Categoria: adivinhar

  • Quem pode receber na nova liberação de R$ 7 bilhões do FGTS?

    Quem pode receber na nova liberação de R$ 7 bilhões do FGTS?

    Liberação deve alcançar cerca de 10 milhões de trabalhadores que tiveram valores bloqueados após demissão; pagamentos ainda dependem de medida provisória e seguirão calendário da Caixa, com consulta e solicitação feitas pelo aplicativo do FGTS

    O governo federal prepara a liberação de R$ 7 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para um novo saque que deve alcançar milhões de trabalhadores. A medida ainda depende de formalização por meio de medida provisória, mas já teve os principais detalhes confirmados pelo Ministério do Trabalho.

    Quem terá direito ao saque

    A liberação é direcionada a cerca de 10 milhões de trabalhadores que aderiram ao modelo de saque-aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025.

    Nesse grupo, muitos tiveram parte do saldo do FGTS bloqueada após a demissão. Agora, o governo pretende liberar esses valores que ficaram retidos, considerados um “resíduo” de liberações anteriores.

    Qual é o objetivo da medida

    A iniciativa faz parte de um pacote para aliviar o endividamento das famílias brasileiras, que atingiu níveis recordes. Dados recentes da CNC apontam que mais de 80% das famílias têm dívidas a vencer.

    A ideia é que o dinheiro do FGTS ajude principalmente na quitação ou renegociação de débitos, como cartão de crédito.

    Como será feito o pagamento

    Os valores devem ser depositados pela Caixa Econômica Federal, seguindo um calendário baseado no mês de nascimento do trabalhador, ainda a ser divulgado.

    Quem já tiver conta cadastrada no aplicativo do FGTS deve receber o crédito automaticamente. Caso contrário, será possível sacar o dinheiro usando:

    Cartão Cidadão e senha
    Caixas eletrônicos da Caixa
    Casas lotéricas
    Correspondentes Caixa Aqui

    Como solicitar o saque

    A solicitação deve ser feita de forma digital, pelo aplicativo do FGTS. No app, o trabalhador poderá indicar a conta bancária para receber o valor, inclusive de outros bancos.

    Como consultar se tem direito

    A verificação pode ser feita pelos seguintes canais:

    Aplicativo FGTS
    Site da Caixa Econômica Federal
    Telefone 0800 726 0207 (opção FGTS)
    Agências da Caixa
    No aplicativo, também é possível consultar o extrato completo e verificar o valor disponível.

    Quanto cada trabalhador vai receber

    O valor varia de acordo com o saldo que ficou bloqueado na conta do FGTS. O governo ainda não divulgou limites ou regras detalhadas para os saques.

    Novas liberações podem ocorrer

    Além desse lote de R$ 7 bilhões, o governo estuda uma segunda etapa, que pode liberar entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões.

    Nesse caso, a proposta seria permitir que trabalhadores com saldo ativo no FGTS usem parte do dinheiro para quitar dívidas, com possíveis critérios de renda e limites ainda em definição.

    Quando o dinheiro será liberado

    Ainda não há data oficial. A expectativa é que o calendário seja divulgado após a publicação da medida provisória.

    Até lá, a recomendação é acompanhar os canais oficiais e manter os dados atualizados no aplicativo do FGTS para garantir o recebimento.
     
     

     

    Quem pode receber na nova liberação de R$ 7 bilhões do FGTS?

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

    Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

    Poço está localizado a 201 km da costa do estado do Rio de Janeiro; a Petrobras revelou que as amostras seguirão posteriormente para análises laboratoriais

    A Petrobras localizou a presença de hidrocarbonetos no pré-sal da Bacia de Campos. A identificação foi no bloco C-M-477 do poço exploratório perfurado no Setor SC-AP4 da região. De acordo com a nota da companhia, em profundidade d’água de 2.984 metros, o poço 1-BRSA-1404DC-RJS está localizado a 201 km da costa do estado do Rio de Janeiro.

    “O intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluido”, afirmou.

    Conforme a empresa, as amostras seguirão posteriormente para análises laboratoriais. É por essas avaliações que será possível caracterizar as condições dos reservatórios e fluidos encontrados, para definir a continuidade do estudo do potencial da área.

    “A perfuração do poço foi concluída de maneira segura, em respeito ao meio ambiente e às pessoas”, completou.

    Segundo a petroleira, a sua atuação no bloco C-M-477, na Bacia de Campos, “está alinhada à estratégia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da atuação em áreas de fronteira exploratória, em parceria com outras empresas, assegurando o atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética”.

    Com 70% de participação, a Petrobras opera o bloco C-M-477, em parceria com a empresa BP, que participa com o restante. “O bloco é oriundo da 16ª Rodada de Licitações da ANP, em regime de concessão”, concluiu a nota.

    Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Leilão da Receita em SP traz leilão com iPhone 15, Galaxy e notebooks

    Leilão da Receita em SP traz leilão com iPhone 15, Galaxy e notebooks

    Propostas podem ser feitas até as as 21h desta segunda-feira (13); Leilão oferece também guitarras elétricas, tablets e acessórios de informática

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Receita Federal realiza, nesta terça-feira (14), leilão com 260 lotes de produtos como smartphones, notebooks, componentes eletrônicos, eletrodomésticos, instrumentos musicais e peças de arte. O leilão será realizado de forma online e as propostas podem ser apresentadas até as 21h desta segunda-feira (13).

    Para participar, os interessados devem acessar o site da Receita Federal e clicar em “Consultar leilões da Receita Federal” na seção de Seviços. Depois, selecionar o edital 0800100/000004/2026.

    O leilão também traz eletrodomésticos como aspirador de pó sem fio a partir de R$ 100 no lote 94 e um um ar-condicionado com preço mínimo de R$ 400 no lote 95. O lote 149 traz diferentes aparelhos elétricos como micro-ondas, mixers e grills a um preço mínimo de R$ 400, e o lote 146 tem panelas elétricas e sanduicheiras, começa em R$ 200.

    Entre os smartphones, um Xiaomi Redmi A2 será leiloado por R$ 100 no lote 151. Também é possível ver um iPhone 15 a um preço mínimo de R$ 1.400 no lote 49 e um Samsung Galaxy S24 com lance mínimo de R$ 300 no lote 8.

    Outros destaques também incluem um notebook Dell a partir de R$ 300 no lote 210 e um tablet Amazon Fire com lance mínimo de R$ 100 no lote 152. Itens de informática, como mouses, teclados e fones de ouvido também são vistos no lote 226 a partir de R$ 300.

    Também há instrumentos musicais, como uma guitarra elétrica a partir R$ 300 no lote 39, além de objetos de arte disponíveis nos lotes 11, 50 a 59, 64 a 68, 116 a 119 e 124.

    Os agendamentos para visitar os lotes já foram encerrados.

    CALENDÁRIO DO LEILÃO

    QUEM PODE PARTICIPAR?

    As pessoas físicas que desejarem participar precisam ter mais de 18 anos -ou serem emancipadas-, CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) e selo de confiabilidade prata ou ouro no portal Gov.br.

    As empresas interessadas devem ter o cadastro regular no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) e também o selo de confiabilidade prata ou ouro.

    COMO PARTICIPAR?

    O cidadão deve acessar o portal da Receita Federal e clicar em “Participar de leilão eletrônico”. Na tela seguinte, será preciso fornecer senha do portal Gov.br. Em seguida, acessar “Sistema de Leilão Eletrônico”, do lado esquerdo da tela, e selecionar o edital 0800100/000004/2026 – Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 8ª Região Fiscal.

    Dentro do sistema, é possível escolher o lote que deseja dar lance e clicar em “Incluir proposta”, aceitar os termos e as condições expressas pela Receita, digitar o valor da oferta e salvar.

    Leilão da Receita em SP traz leilão com iPhone 15, Galaxy e notebooks

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

    Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

    Dólar rompeu R$ 5 pela primeira vez em dois anos em meio a guerra no Irã; Bolsa testa novo recorde, marcando alta de 0,29%, a 197.907 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar rompeu o piso de R$ 5 pela primeira vez em dois anos na sessão desta segunda-feira (13), com investidores reagindo aos novos desdobramentos da guerra no Irã.

    A cotação de R$ 4,999 foi atingida no início da tarde, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Teerã quer fazer um acordo para encerrar o conflito que se estende desde o final de fevereiro.

    Antes disso, o mercado reagia ao fracasso das negociações de paz no fim de semana e ao bloqueio do estreito de Hormuz ordenado por Trump. A via marítima era, antes da guerra, responsável por 20% de todo o tráfego global de petróleo e gás natural liquefeito.

    Às 14h43, a moeda recuava 0,35%, cotada a R$ 4,992, revertendo os ganhos de mais cedo e em linha com o movimento no exterior. O índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis moedas fortes, tinha perdas de 0,11%.

    Já a Bolsa marcava alta de 0,29%, a 197.907 pontos, testando um novo recorde histórico.

    O bloqueio em Hormuz começou às 11h, no horário de Brasília. Antes disso, segundo monitores de tráfego marítimo, apenas 2 navios ligados ao Irã tentaram fazer o trânsito na região, ante 4 na véspera e até 140 antes do conflito que vive um incerto cessar-fogo desde a terça passada (7).

    Trump determinou a medida no domingo (12), depois que as delegações não chegaram a um acordo. Três rodadas de conversas foram realizadas -e a terceira só terminou na noite de sábado no Brasil.

    Segundo a emissora estatal do Irã, a delegação de Teerã apresentou demandas relacionadas ao estreito de Hormuz, à liberação de ativos iranianos bloqueados, ao pagamento de reparações para cobrir danos causados pela guerra e um cessar-fogo que alcance toda a região

    A última vez em que EUA e Irã negociaram olho no olho foi na costura do acordo nuclear de 2015, que trocou o fim de sanções à teocracia por um intrincado esquema de verificações segundo o qual seria restringida a capacidade de enriquecimento de urânio do país por 15 anos, visando coibir a busca pela bomba atômica.

    O bloqueio de Hormuz surge em resposta, também, à cobrança de um pedágio para as embarcações. Em vez de reabrir a passagem como havia sido combinado na trégua, Teerã estabeleceu uma rota que diz evitar minas colocadas pela teocracia e passa por suas águas territoriais. Um petroleiro precisaria pagar US$ 1 em criptomoedas por cada barril de óleo transportado.

    “O bloqueio será realizado de maneira imparcial contra embarcações de todos os países que entrem ou partam de portos e áreas costeiras do Irã”, disseram os militares americanos, afirmando que não impedirão a navegação de barcos “que cruzem o estreito de Hormuz vindo de ou com destino a portos não-iranianos”.

    Neste cenário, a manhã desta segunda-feira é de volta da aversão ao risco nos mercados internacionais. O petróleo Brent voltou a cruzar o patamar de US$100 o barril, em alta de mais de 5%. Ações em todo o mundo estão em baixa, à exceção dos índices S&P500 e Nasdaq Composite nos EUA, em alta tímida de até 0,15%.

    A possibilidade de uma retomada nos ataques também impõe cautela entre os investidores.

    “Os mercados estão tentando filtrar o turbilhão de manchetes, mas parece que os EUA estão considerando retomar ataques limitados contra o Irã. Até agora, pelo menos, os mercados estão lidando relativamente bem com a notícia, pois ainda não vimos um retorno dos preços aos níveis anteriores ao cessar-fogo”, diz Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado global da Ebury.

    “Isso sugere que os investidores talvez vejam a ruptura nas negociações mais como um obstáculo no caminho e um sinal de jogo de pressão, em vez de algo que necessariamente possa atrapalhar o caminho para a paz.”

    Na semana passada, as expectativas em torno do cessar-fogo seguido de negociações para o fim do conflito aqueceram os mercados e fizeram o Ibovespa renovar o recorde histórico três dias consecutivos.

    O dólar ainda registrou o menor valor em dois anos na sexta-feira, quando encerrou o dia cotado a R$ 5,010 -quase rompendo com o piso de R$ 5 pela primeira vez desde que foi alçado a esse patamar.

    “Houve um abrandamento no conflito armado, mas a escala do abrandamento e a falta de clareza sobre quando os fluxos comerciais serão retomados nos deixa, de modo geral, ainda no mesmo lugar”, diz Benjamin Jones, chefe global de pesquisa da Invesco.

    “Esperamos uma pressão renovada sobre os ativos de risco e movimentos de alta no petróleo no início desta semana.”

    Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

    Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

    Gilberto Waller Jr. assumiu o instituto no fim de abril de 2025, após Operação Sem Desconto; demissão foi anunciada por ministro da Previdência, Wolney Queiroz; relação dos dois era conturbada

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu demitir o presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller Jr., que havia assumido o órgão no fim de abril de 2025, após a Operação Sem Desconto, voltada à investigação de fraudes nos descontos associativos de beneficiários.

    A troca foi anunciada em nota pelo ministro Wolney Queiroz (Previdência) nesta segunda-feira (13). O INSS é formalmente ligado ao Ministério da Previdência, mas Queiroz e Waller Jr. mantiveram uma relação conturbada no tempo em que conviveram em seus respectivos cargos.

    Para substituí-lo, o ministro anunciou Ana Cristina Viana Silveira. Segundo a pasta, “ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto”.

    Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Selic no fim de 2026 segue em 12,50%, aponta Focus

    Selic no fim de 2026 segue em 12,50%, aponta Focus

    Considerando só as 55 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a medida subiu de 12,50% para 12,75%; projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 61ª semana seguida

    A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2026 continuou em 12,50% pela terceira semana seguida. Há um mês, era de 12,25%. Considerando só as 55 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a medida subiu de 12,50% para 12,75%.

    A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 61ª semana seguida. Considerando só as 54 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa caiu de 10,75% para 10,53%.

    O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 15% para 14,75% ao ano, no mês passado. Foi a primeira redução da taxa de juros em quase dois anos. Apesar do corte, o colegiado alertou para o aumento das incertezas no cenário.

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou a baixa visibilidade durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), recentemente. Ele disse que o “conservadorismo” da autoridade monetária em 2025 compra tempo para analisar o cenário e entender os efeitos que a alta do petróleo terá sobre os preços domésticos.

    Estamos entendendo e vamos aprender mais daqui até a próxima reunião do Copom. O BC tem esse benefício de que só precisa tomar uma decisão a cada 45 dias”, afirmou Galípolo, reforçando que haverá uma condução cautelosa da política monetária.

    No Focus desta segunda-feira, 13, a mediana para a Selic no fim de 2028 permaneceu em 10,00% pela 12ª leitura seguida. Já a estimativa para 2029, permaneceu em 9,75% pela segunda semana consecutiva. Há um mês, era de 9,50%.

    *Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Selic no fim de 2026 segue em 12,50%, aponta Focus

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Focus: projeção de crescimento do PIB de 2026 segue em 1,85%

    Focus: projeção de crescimento do PIB de 2026 segue em 1,85%

    Estimativa intermediária do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2027 seguiu em 1,80%, pela 15ª semana consecutiva

    A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 permaneceu em 1,85% pela segunda semana seguida. Um mês antes, era de 1,83%. Considerando apenas as 37 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa subiu de 1,81% para 1,85%.

    O crescimento esperado pelo mercado é maior do que o previsto pelo Banco Central. No Relatório de Política Monetária (RPM) do primeiro trimestre, a autoridade monetária manteve sua projeção de alta de 1,6% para o PIB em 2026.

    Já a estimativa intermediária do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2027 seguiu em 1,80%, pela 15ª semana consecutiva. Considerando só as 34 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, aumentou de 1,67% para 1,80%.

    As medianas para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permaneceram em 2,00%, pela 109ª e 56ª semana seguida, respectivamente.

    *Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Focus: projeção de crescimento do PIB de 2026 segue em 1,85%

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

    Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

    Recomendação é usar para pagar débitos de serviços básicos e adiantar parcelas de financiamento; caso o contribuinte queira investir o valor restituído, a dica é optar por ativos de renda fixa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Receita Federal começa a pagar as restituições do Imposto de Renda 2026 a partir do dia 29 de maio, com expectativa de beneficiar 23 milhões de contribuintes em quatro lotes, que serão depositados entre os finais de maio e agosto.

    Para especialistas em finanças pessoais e investimentos ouvidos pela Folha de S. Paulo, o principal erro dos contribuintes é não se organizar para poder mapear onde o dinheiro será melhor empregado.

    Quando entra na conta sem um planejamento, esse dinheiro é quase como um presente, um bônus, e não como uma quantia que em algum momento fez parte do seu salário“, diz Hellen Kato, professora da Me Poupe!, plataforma de educação financeira. Se você não der um endereço para esse dinheiro, ele vai sumir.

    A prioridade, segundo Kato, é aproveitar a quantia para quitar dívidas e aliviar a vida financeira.

    As dívidas prioritárias são as que podem colocar em risco algum patrimônio, serviços essenciais ou o salário do contribuinte. Exemplos disso são parcelas atrasadas do financiamento de um imóvel ou automóvel, contas de luz, água e gás em atraso e, em alguns casos, empréstimos com desconto na folha de pagamento, como o consignado.

    “Esse tipo de dívida não dá para esperar para um momento de renegociação, como feirões de limpa nome. A inadimplência, aqui, vai implicar o corte do serviço ou a perda do bem.”

    Algumas instituições financeiras, como o Banco do Brasil, já anunciaram linhas de crédito que antecipam o valor da restituição, em empréstimos com incidência de juros. Vale verificar antes se os juros e outros encargos cobrados são menores do que os da dívida atual.

    Se a vida financeira do contribuinte estiver em ordem, a segunda prioridade para os especialistas é engordar o caixa da reserva de emergência. Como o nome sugere, trata-se de um dinheiro destinado para imprevistos, desde um reparo doméstico até uma enfermidade ou uma demissão.

    O volume desse colchão financeiro depende do perfil de cada pessoa. O ideal é poupar o equivalente a seis meses do custo de vida -o que não costuma ser rápido. Mesmo pequenas quantias fazem diferença no longo prazo, diz Kato, e a restituição pode acelerar o processo.

    “A reserva de emergência é fundamental inclusive para proteger a carteira de investimentos. Caso algum imprevisto aconteça, o investidor não precisa fazer resgates antes da hora e não vai perder o rendimento da aplicação”, diz a planejadora financeira.

    A dica é colocar o dinheiro da reserva em investimentos de baixo risco e liquidez diária para mantê-la rendendo e rapidamente à mão. Rafael Winalda, especialista em renda fixa do Inter, recomenda alocações vinculadas à taxa Selic, como Tesouro Selic, no caso de títulos do governo federal, ou CDBs (Certificados de Depósito Bancário), seu equivalente no mercado privado.

    A taxa básica de juros da economia foi cortada em 0,25 ponto percentual em março para o patamar de 14,75% ao ano. Mesmo com a previsão de mais cortes ao longo do ano, a Selic mantém a atratividade.

    “Acreditamos que ela pode chegar a 12,5% em dezembro, o que significa uma Selic média em torno de 13% ao longo de 2026. Isso ainda é muita coisa”, diz Winalda.

    Caso a reserva de emergência já esteja montada ou bem encaminhada, a decisão sobre o que fazer com a restituição vai depender dos objetivos de cada pessoa. A quantia pode ser separada para outro plano de longo prazo, como a compra de um imóvel, ou mesmo para desejos de consumo.

    Para quem pretende investir o dinheiro da restituição para além da reserva de emergência, a renda fixa segue sendo a mais indicada.

    Winalda recomenda títulos de prazos maiores para investidores que já estão com a carteira montada, em especial os atrelados à inflação, como IPCA+. “Esses ativos estão com taxas muito elevadas agora, dado que o mercado está passando por um momento de estresse pela guerra no Irã”, afirma.

    Prefixados também são uma boa pedida para quem consegue tolerar as chamadas “marcações a mercado”, isto é, quando a dinâmica das operações faz o preço flutuar para cima e para baixo, causando desconforto em operadores mais conservadores. Nesses contratos, o ideal é manter a aplicação até a data de resgate para não sofrer prejuízo.

    No caso de LCIs e LCAs (letras de crédito imobiliário e do agronegócio), debêntures, CRIs e CRAs (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio), crises recentes no mercado de crédito privado aumentaram a importância de avaliar os riscos.

    O investidor, diz Winalda, precisa ser criterioso sobre onde está alocando dinheiro. “Quando a Selic está alta, muitas empresas alavancadas sofrem. Temos evitado o setor de agronegócio, por exemplo, porque está apresentando dificuldades de inadimplência, e estamos preferindo empresas com boa avaliação de crédito [nas agências de classificação de risco]”, afirma.

    A ideia não é que o investidor evite esses produtos, mas que seja mais criterioso e olhe além da taxa de retorno e, nos casos de títulos incentivados, da isenção do Imposto de Renda. “Quais são os fundamentos financeiros dessa companhia? Quem são os emissores, quais são os lastros?”, diz Winalda.

    O pagamento é uma devolução de valores descontados a mais do contribuinte durante o ano anterior -no caso, 2025. Quando o IR retido na fonte supera o imposto devido no ano, o saldo é restituído pela Receita.

    As restituições do Imposto de Renda serão pagas em quatro lotes, um a cada mês, a partir de maio. O primeiro lote não tem correção monetária, pois essa atualização, feita pela Selic, começa a contar a partir do fim do prazo de entrega do IR.

    Por causa da correção, muitos contribuintes podem optar por entregar a declaração do IR mais tarde e, assim, ficar nos lotes finais. Essa não é a recomendação de Winalda.

    “Você consegue o mesmo rendimento investindo no próprio Tesouro Selic, ou até ganha um pouco mais investir em CDBs de bancos sólidos. Quanto mais cedo você conseguir receber a restituição, mais cedo você aplica e garante rendimentos maiores”, afirma.

    VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DA RESTITUIÇÃO DO IR 2026

    Lote – Data de pagamento
    1º lote – 29 de maio
    2º lote – 30 de junho
    3º lote – 31 de julho
    4º lote – 31 de agosto

    Serão quatro lotes:

    O dinheiro é depositado na conta informada ao declarar o IR ou por meio do Pix, desde que a chave seja o CPF do contribuinte.

    QUAL É A ORDEM DE PRIORIDADE DA RESTITUIÇÃO?

    • O pagamento segue uma ordem de prioridade. Em caso de empate, o critério de desempate será a data e o horário do envio da declaração.
    • Quem entregou mais cedo terá vantagem. Veja a ordem de prioridade:
    • Idoso com 80 anos ou mais
    • Idoso com 60 anos ou mais, e pessoa com deficiência e com doença grave
    • Contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério
    • Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix
    • Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix
    • Demais contribuintes

    Restituição do Imposto de Renda é oportunidade para quitar dívidas, dizem especialistas

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Receita anuncia maior lote já registrado; confira quem recebe

    Receita anuncia maior lote já registrado; confira quem recebe

    Receita divulga regras, calendário e critérios de prioridade para os pagamentos; primeiro lote será liberado em maio, e contribuintes já podem se preparar para verificar se vão receber e evitar pendências no cadastro

    A Receita Federal anunciou a liberação do maior lote de restituição do Imposto de Renda já registrado no país. Ao todo, R$ 16 bilhões serão pagos na primeira etapa de 2026, beneficiando milhões de contribuintes logo no início do calendário oficial,  em 29 de maio.

    O volume expressivo representa um reforço importante no orçamento de muitas famílias, especialmente em um cenário de pressão financeira. O valor também reflete avanços no processamento das declarações e a priorização de quem entregou o documento dentro do prazo e sem inconsistências.

    O pagamento do primeiro lote segue critérios definidos por lei. Têm prioridade idosos com mais de 60 anos, com destaque para aqueles acima de 80, pessoas com deficiência ou doenças graves e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério. Também ganham vantagem os contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida ou optaram por receber a restituição via Pix, com chave CPF.

    Para quem não se enquadra nesses grupos, a ordem de envio da declaração é determinante. Ou seja, quanto mais cedo o contribuinte entregou o documento, maiores são as chances de receber nos primeiros lotes.

    O calendário de pagamentos da restituição em 2026 foi dividido em cinco etapas. O primeiro lote será pago em 29 de maio, seguido por depósitos em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

    A consulta para saber se o valor será liberado pode ser feita nos canais oficiais da Receita Federal, como o site institucional, o sistema e-CAC e o aplicativo Meu Imposto de Renda. Normalmente, a verificação fica disponível cerca de uma semana antes de cada pagamento.

    Mesmo com a liberação dos valores, alguns fatores podem atrasar o recebimento. Entre eles estão erros na declaração que levam o contribuinte à malha fina, dados bancários incorretos ou pendências cadastrais. Nesses casos, o pagamento não é feito automaticamente e o valor pode ser resgatado posteriormente, geralmente por meio do Banco do Brasil.

    Para evitar problemas, a recomendação é revisar todas as informações antes do envio da declaração, optar pela versão pré-preenchida, escolher o Pix como forma de recebimento e acompanhar regularmente a situação junto à Receita.

    Receita anuncia maior lote já registrado; confira quem recebe

    Fonte: Gazeta Mercantil

  • Durigan evita reforçar críticas do governo e PT a Galípolo e diz que não haverá ajuda ao BRB

    Durigan evita reforçar críticas do governo e PT a Galípolo e diz que não haverá ajuda ao BRB

    Ministro evita criticar presidente do Banco Central, defende medidas fiscais do governo e descarta ajuda federal ao BRB em meio a crise; declarações ocorrem após pressão política sobre atuação da autoridade monetária e investigação envolvendo o Banco Master

    Após críticas nos bastidores do governo e do PT à postura recente do Banco Central, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, evitou avaliar diretamente a atuação do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo. “Eu não vou comentar o papel do BC porque tem a sua competência”, disse. Ainda assim, afirmou que, “do lado da Fazenda”, há decisões “colocando na mesa” para reforçar o ajuste fiscal, citando “reforma tributária”, a revisão do Perse e “corte linear de 10% nos benefícios tributários”. As declarações foram dadas em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

    O Palácio do Planalto e o PT intensificaram críticas a Galípolo após o depoimento do presidente do BC à CPI do Crime Organizado, na quarta-feira (8). Na ocasião, ele afirmou não haver indícios de responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no caso Master, contrariando a estratégia governista de associar as fragilidades da instituição à gestão de Jair Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a se referir ao Master como “ovo da serpente” de Bolsonaro e Campos Neto.

    Na entrevista, Durigan manteve um tom técnico. O ministro afirmou que “o fiscal não é motivo” para o Banco Central “colocar o pé no freio” e disse adotar uma postura de “cautela”, com o compromisso de não repetir o cenário de 2022. “Não vamos deixar pauta-bomba do Executivo para as próximas gestões, como aconteceu em 2022. Não vamos repetir esse cenário para 2027”, declarou. Ele acrescentou que o governo não está adiando temas como precatórios e Fundeb, nem “tirando IPI ou IOF do próximo governo”.

    Questionado sobre duas vagas em aberto na diretoria do Banco Central, Durigan afirmou que ainda não discutiu o tema com o presidente Lula. “Não tive a oportunidade de tratar com o presidente Lula sobre isso”, disse.

    Sobre a situação do BRB, o ministro afirmou que a orientação do governo é de que “não deve haver ajuda federal” e reforçou que a responsabilidade recai sobre o governo do Distrito Federal, acionista da instituição.

    “A orientação é que não deve haver ajuda federal. Os bancos federais, atuando como bancos, podem avaliar o interesse em comprar carteira, operação, imóvel. Os bancos privados estão avaliando. O que a gente não pode perder de vista é que a responsabilidade é do governo do Distrito Federal, acionista do BRB”, afirmou.

    Em meio a uma nova crise de liquidez, o BRB negocia a venda de ativos herdados do Banco Master por R$ 15 bilhões e busca um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e a outras instituições financeiras para cobrir o rombo deixado pela gestão de Daniel Vorcaro.

     

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    Durigan evita reforçar críticas do governo e PT a Galípolo e diz que não haverá ajuda ao BRB

    Fonte: Gazeta Mercantil