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  • Vídeo do momento em que Artemis II supera recorde com mais de 55 anos

    Vídeo do momento em que Artemis II supera recorde com mais de 55 anos

    Tripulação da NASA ultrapassa marca histórica da Apollo 13 ao atingir distância inédita da Terra. Imagens registram reação dos astronautas ao feito, que marca nova era na exploração espacial antes do retorno ao planeta.

    A tripulação da missão Artemis II fez história nesta segunda-feira ao superar o recorde de maior distância já alcançada por seres humanos em relação à Terra, marca que havia sido estabelecida pela missão Apollo 13 em 1970. A cápsula Orion atingiu o feito às 12h57 no horário do centro de controle da NASA.

    O recorde anterior, de 400.171 quilômetros, foi superado quando os astronautas Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e o canadense Jeremy Hansen chegaram a 406.777 quilômetros de distância do planeta.

    A conquista foi comunicada diretamente à tripulação pelo Centro de Controle da missão. “Tripulação: em 15 de abril de 1970, durante a missão Apollo 13, três exploradores estabeleceram o recorde de maior distância já percorrida por humanos a partir do nosso planeta. Naquela época, há mais de 55 anos, Lovell, Swigert e Haise voaram a 248.655 milhas da Terra”, informou a equipe em transmissão oficial.

    “Hoje, por toda a humanidade, vocês estão ultrapassando essa fronteira”, completou a mensagem enviada aos astronautas.

    O momento histórico também foi registrado em imagens e vídeos, que mostram a reação da tripulação ao alcançar a marca inédita.

    O dia passa a ser considerado um marco para a exploração espacial. Após atingir o ponto máximo da missão, os astronautas agora iniciam os preparativos para o retorno à Terra.

    A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e inclui a reentrada na atmosfera, considerada uma das etapas mais críticas e perigosas da missão. Após essa fase, a cápsula Orion deverá pousar no oceano Pacífico, próximo à costa da Califórnia.
     
     

    Vídeo do momento em que Artemis II supera recorde com mais de 55 anos

  • Imagens revelam momento em que astronautas batem recorde histórico

    Imagens revelam momento em que astronautas batem recorde histórico

    Missão Artemis II supera marca da Apollo 13 ao atingir distância inédita da Terra durante sobrevoo da face oculta da Lua. Tripulação registra imagens impressionantes e inicia retorno após momento considerado histórico pela NASA

    A tripulação da missão Artemis II, formada por Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e o canadense Jeremy Hansen, estabeleceu um novo recorde histórico ao atingir a maior distância já percorrida por seres humanos em relação à Terra. O feito supera a marca registrada em 1970 pela missão Apollo 13.

    Durante o sobrevoo da face oculta da Lua, conforme planejado pela NASA, os astronautas chegaram a 406.777 quilômetros de distância do planeta, ultrapassando o recorde anterior de 400.171 quilômetros. A conquista foi comunicada diretamente à tripulação pelo Centro de Controle da missão.

    “Tripulação: em 15 de abril de 1970, durante a missão Apollo 13, três exploradores estabeleceram o recorde de maior distância já percorrida por humanos a partir do nosso planeta”, foi anunciado na transmissão oficial. “Naquela época, há mais de 55 anos, Lovell, Swigert e Haise voaram a 248.655 milhas da Terra. Hoje, por toda a humanidade, vocês estão ultrapassando essa fronteira.”

    Durante o trajeto pelo lado oculto da Lua, a cápsula Orion ficou cerca de 40 minutos sem comunicação com a Terra, uma interrupção considerada normal nesse tipo de missão. Após esse período, o contato foi restabelecido com sucesso.

    O administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou o momento histórico em uma publicação nas redes sociais. “A Artemis II chegou à sua distância máxima da Terra”, escreveu. “Na face oculta da Lua, a 406.777 quilômetros de distância, Reid, Victor, Christina e Jeremy viajaram mais longe da Terra do que qualquer outro ser humano na história e iniciam agora a sua viagem de regresso para casa.”

    Ele também ressaltou o impacto da missão. “Antes de partirem, disseram que esperam que esta missão seja esquecida, mas será recordada como o momento em que as pessoas começaram a acreditar que os Estados Unidos podem, mais uma vez, fazer o quase impossível e mudar o mundo. Parabéns a esta incrível tripulação e a toda a equipe da NASA, aos nossos parceiros internacionais e comerciais. Mas esta missão só termina quando estiverem em segurança sob os paraquedas, pousando no oceano Pacífico.”

    Outro destaque da missão é o uso de celulares a bordo. Pela primeira vez, astronautas puderam levar smartphones e registrar imagens da viagem. As fotos mostram momentos impressionantes do sobrevoo da face oculta da Lua e da Terra vista do espaço.

    Além disso, a tripulação também teve a oportunidade de observar um eclipse solar a partir de uma perspectiva única, impossível de ser vista do planeta.

    Após concluir essa etapa histórica, os astronautas iniciaram a viagem de retorno à Terra. Assim como na ida, o trajeto deve durar cerca de quatro dias, com previsão de pouso no oceano Pacífico na sexta-feira, 10 de abril.

    As imagens registradas durante o sobrevoo podem ser vistas acima e mostram a dimensão do feito alcançado pela missão Artemis II.
     
     

     

    Imagens revelam momento em que astronautas batem recorde histórico

  • 'A Lua é um corpo único, não é apenas um pôster no céu', diz astronauta da Artemis 2

    'A Lua é um corpo único, não é apenas um pôster no céu', diz astronauta da Artemis 2

    Christina Koch é a primeira mulher a sobrevoar o satélite natural da Terra; ela e os demais membros da missão examinam a superfície lunar nesta segunda-feira (7)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A astronauta Christina Koch, 47, mostrou-se emocionada nesta segunda (6) ao observar a Lua durante a missão Artemis 2. Segundo ela, o satélite natural não é só um pôster no céu.

    “Em certo momento, perto do fim do meu tempo na janela três, tive uma sensação avassaladora de emoção ao olhar para a Lua. Algo de repente me atraiu para a paisagem lunar e ela se tornou real”, afirmou a especialista de missão.

    “A Lua realmente é um corpo único no Universo. Não é apenas um pôster no céu. É um lugar real. E, quando temos essa perspectiva e a comparamos com nosso lar na Terra, isso nos lembra o quanto temos em comum.”

    Em outro momento, ela ofereceu uma descrição colorida das crateras lunares.
    “O que realmente parece é uma cúpula de abajur com pequenos furinhos e a luz passando através deles”, disse ela. “Elas são tão brilhantes comparadas ao resto da Lua.”

    Piloto da Artemis 2, Victor Glover, 49, descreveu em detalhes o “terminador”, a fronteira da Lua entre a noite e o dia.

    “Uau, queria ter mais tempo para simplesmente ficar aqui e descrever o que estou vendo”, disse ele, antes de criar um retrato para os cientistas que acompanhavam o relato da Terra.

    “Mas o terminador agora está simplesmente fantástico. É o mais acidentado que já vi do ponto de vista da iluminação.”

    Kelsey Young, cientista-chefe da missão Artemis 2, respondeu com entusiasmo. “Meu Deus, que imagem incrível você acabou de retratar.”

    “Esse tipo de observação é algo que apenas seres humanos conseguem contribuir de forma única, e você realmente nos levou junto com você.”

    Pouco antes da esperada interrupção de contato com a equipe em Terra, Glover agradeceu à Nasa pela oportunidade de participar da missão. “Enquanto nos preparamos para ficar sem comunicação por rádio, ainda vamos sentir o amor de vocês da Terra. E para todos vocês aí embaixo na Terra e ao redor da Terra, nós amamos vocês, da Lua. Nos vemos do outro lado.”

    Além de Koch e Glover, participam da missão os astronautas Reid Wiseman, 50, comandante da Artemis 2, e Jeremy Hansen, 50, especialista da missão.

    Na tarde desta segunda, eles iniciaram o sobrevoo do satélite. Eles têm como tarefa fotografar e descrever características das formações lunares e antigos fluxos de lava.

    Às 14h56 (de Brasília), eles se tornaram os humanos a viajar mais longe da Terra, quebrando o recorde da tripulação da Apollo 13, que em 1970 esteve a 400.171 km do planeta, em 15 de abril daquele ano.

    Outro marco: Koch, 47, virou a primeira mulher a sobrevoar a Lua, e Glover, o primeiro negro. Além disso, Hansen, é o primeiro não americano a alcançar esse feito.

    O quarteto iniciou a viagem lunar no dia 1º deste mês após decolar no foguete SLS de Cabo Canaveral, na Flórida (Estados Unidos). O regresso ao nosso planeta está marcado para a próxima sexta-feira (10).

    'A Lua é um corpo único, não é apenas um pôster no céu', diz astronauta da Artemis 2

  • Tripulação da Artemis 2 bate recorde de distância da Terra em início do sobrevoo lunar

    Tripulação da Artemis 2 bate recorde de distância da Terra em início do sobrevoo lunar

    Distância mínima da Lua (e máximo afastamento da Terra) acontece por volta das 20h; ocasião deve se dar sob blecaute de comunicações, porque a nave estará atrás do disco lunar

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A fase mais significativa e emblemática da missão Artemis 2 acontece nesta segunda-feira (6) e começa com uma quebra de recorde. A partir das 14h57 (de Brasília), Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, são os humanos a viajar mais longe da Terra, quebrando o recorde da tripulação da Apollo 13, que em 1970 esteve a 400.171 km do planeta, em 15 de abril daquele ano.

    Ao ser informado do marco, Wiseman, o comandante da missão, pontuou o evento com uma mensagem. “Conforme ultrapassamos a maior distância que humanos já viajaram do planeta Terra, o fazemos honrando os esforços extraordinários de nossos predecessores na exploração humana do espaço. Continuaremos em nossa viagem indo ainda mais longe no espaço antes que a Mãe Terra trate de nos puxar de volta para tudo que amamos. Mas nós, de forma mais importante, escolhemos este momento para desafiar esta geração e a próxima a assegurar que esse recorde não seja duradouro.”

    Se o recorde anterior foi atingido sob estresse extremo (uma falha catastrófica no caminho de ida impediu uma alunissagem naquela missão e obrigou os astronautas a usarem o módulo lunar como bote salva-vidas, numa trajetória de retorno livre à Terra), este ocorreu em absoluta tranquilidade.

    Os astronautas foram acordados ao som de “Good Morning”, de Mandisa e TobyMac, e também ouviram uma mensagem pré-gravada pelo astronauta Jim Lovell antes de sua morte, em 2025. Ele esteve em duas missões lunares, dentre elas a recordista (mas em geral má lembrança) Apollo 13, mas preferiu na gravação enfatizar sua mais bem-sucedida jornada lunar.

    “Olá, Artemis 2! Aqui é o astronauta da Apollo Jim Lovell. Bem-vindos à minha velha vizinhança! Quando Frank Borman, Bill Anders e eu orbitamos a Lua na Apollo 8, demos a primeira olhada próxima da humanidade da Lua e tivemos uma vista do planeta natal que inspirou e uniu pessoas ao redor do mundo. Estou orgulhoso de passar essa tocha a vocês -conforme vocês contornam a Lua e constroem os alicerces para missões a Marte… em benefício de todos. É um dia histórico, e eu sei quão ocupados vocês estarão. Mas não se esqueçam de apreciar a vista. Então, Reid, Victor, Christina e Jeremy, e todas as ótimas equipes os apoiando -boa sorte e tudo de bom, de todos nós aqui na boa Terra.”

    Esse, é claro, é só o começo de um dia intenso, e o melhor vem em seguida. Começou enquanto os astronautas dormiam, à 1h41, quando a cápsula Orion entrou na esfera de influência da Lua -significa dizer que a ação da gravidade lunar sobre a espaçonave, a partir daquele ponto, era mais intensa que a gravidade terrestre. Um marco meio simbólico de que o sobrevoo começara, embora ainda a pouco mais de 66 mil quilômetros da superfície lunar (cerca de um sexto da distância Terra-Lua).

    Um pequeno ajuste de trajetória propulsado foi realizado logo no começo da segunda-feira (0h03), colocando a nave na trajetória planejada para a aproximação e o contorno de Lua. No dia anterior, o principal trabalho dos astronautas foi um teste de seus trajes espaciais, com pressurização e testes de vazamento, similares aos feitos antes da decolagem, mas sem o benefício de uma equipe de apoio.

    Ao longo das horas, a Orion continuará se afastando da Terra, e se aproximando da Lua. O principal trabalho da tripulação então será realizar observações da superfície da Lua, começando às 15h45. O oficial de ciência no controle da missão passou ao quarteto 30 alvos para inspeção próxima, com observações a olho nu e captura de fotografias. Dois dos principais destaques são as bacias Orientale e Hertzprung -duas gigantescas crateras de impacto, a primeira com quase mil quilômetros de diâmetro, e a segunda com 600, ambas no lado afastado lunar, jamais visível aqui da Terra.

    O período de observação vai até as 22h20, durante o contorno da Lua, permitindo que os alvos sejam vistos de vários ângulos e distâncias diferentes. Essa mudança de perspectiva é uma das vantagens da Artemis 2 sobre missões robóticas que já fotografaram a Lua, normalmente com câmeras fixas e apontadas sempre na mesma direção.

    A aproximação máxima da Lua deve acontecer às 20h02, quando a Orion estará a 6.550 quilômetros da superfície. Cinco minutos depois, a cápsula estabelece o novo recorde de maior distância da Terra, a 406.773 quilômetros do planeta.

    Embora a Nasa esteja transmitindo ao vivo imagens das câmeras externas da Orion, esses momentos infelizmente não poderão ser acompanhados em tempo real, uma vez que a espaçonave estará viajando por trás da Lua, o que ocasiona um blecaute temporário nas comunicações, que deve ir das 19h44 às 20h25 (cerca de 40 minutos).

    Tente se imaginar na cápsula, com a perspectiva dos astronautas: será na entrada e na saída desses blecautes que eles verão o “pôr da Terra” e o “nascer da Terra” com relação à Lua -imagens que prometem ser tão icônicas quanto o primeiro “nascer da Terra” da Apollo 8, em dezembro de 1968.

    Outro fenômeno astronômico virá a seguir, entre 21h31 e 22h32, quando a Lua bloqueará não a Terra, mas o Sol, propiciando um eclipse também a ser monitorado pela tripulação.

    Tudo isso certamente acontecerá nesses horário, pois depende apenas das leis da física, mas decerto o controle da missão ficará ansioso pela retomada das comunicações e, depois, pela transmissão das imagens obtidas pelos astronautas de volta à Terra, naquele que terá sido o primeiro sobrevoo lunar tripulado do século 21.

    Tripulação da Artemis 2 bate recorde de distância da Terra em início do sobrevoo lunar

  • Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

    Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

    Artemis II testa sistema de comunicação a laser, que deve substituir a comunicação por radiofrequência; como funciona o compartilhamento de conteúdo a centenas de milhares de quilômetros?

    Desde o início da missão Artemis II, na última quarta-feira, dia 1º, os astronautas têm enviado vídeos e fotos para as equipes da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos (Nasa) na Terra. Mas como esse compartilhamento de conteúdo é possível a centenas de milhares de quilômetros?

    Por mais de meio século, as missões utilizaram comunicações por radiofrequência para enviar e receber dados do espaço. No entanto, a quantidade de material coletado e transmitido aumentou ao longo dos anos, o que passou a exigir sistemas mais rápidos.

    Desde 2021, a Nasa passou a testar a comunicação a laser, também conhecida como comunicação óptica, que pode ser até 100 vezes mais rápida do que a radiofrequência. Esse sistema envia e recebe informações por meio de transceptores ópticos – dispositivos que enviam e recebem dados por meio da luz -, tanto em solo quanto no espaço.

    Para a Nasa, o impacto da adição da comunicação a laser nas espaçonaves é tão revolucionário quanto a troca da conexão discada de internet, que era lenta e incômoda, pela fibra ótica.

    As perturbações atmosféricas, como nuvens e turbulência, no entanto, representam desafios para o sistema, já que podem interromper os sinais de laser à medida que entram na atmosfera terrestre. Para tentar contornar o problema, a Nasa instalou as estações terrestres ópticas em locais remotos e de alta altitude devido às suas condições climáticas favoráveis: no Havaí, na Califórnia e no Novo México.

    No caso da Artemis II, o Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II, conhecido como O2O, é quem permite o envio de vídeos e fotos em alta resolução. Ele é financiado pelo Programa de Comunicações e Navegação Espacial (SCaN) e executado pela divisão de projetos de Exploração e Comunicações Espaciais (ESC).

    Além das imagens, o O2O também transmite dados científicos, procedimentos, planos de voo e comunicações entre a Orion e os centros de controle da Nasa a taxas de até 260 megabits por segundo. O teste da utilidade operacional do O2O em missões tripuladas, inclusive, é um dos objetivos da Artemis II.

    Tem Wi-Fi no espaço? Veja como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II

  • Apple proíbe bets, mas ilegais driblam controle e oferecem de tigrinho a apostas em apps para crianças

    Apple proíbe bets, mas ilegais driblam controle e oferecem de tigrinho a apostas em apps para crianças

    Segundo pessoas que acompanham o tema, a big tech alega questões reputacionais, ou seja, não quer ter seu nome associado aos problemas gerados por esses jogos, como vício e endividamento, e por isso vetou a presença deles na loja de aplicativos de seus aparelhos

    (CBS NEWS) – Enquanto a Apple barra a presença de bets em iPhones e iPads no Brasil, aplicativos ilegais conseguem driblar os mecanismos de segurança e oferecem jogos de apostas esportivas, cassino online e tigrinho nos celulares da marca.

    Segundo pessoas que acompanham o tema, a big tech alega questões reputacionais, ou seja, não quer ter seu nome associado aos problemas gerados por esses jogos, como vício e endividamento, e por isso vetou a presença deles na loja de aplicativos de seus aparelhos.

    As bets legalizadas já acionaram a empresa extrajudicialmente contra a proibição, e reclamam que as empresas não autorizadas têm conseguido se registrar na loja de aplicativos, driblando controles.

    A reportagem conseguiu baixar em um iPhone o aplicativo de uma empresa que não tem outorga do Ministério da Fazenda, mas oferece apostas online.

    Para burlar as regras de controle, as bets ilegais apostam, por exemplo, em disfarces como usar a identidade visual de marcas legalizadas ou alegar ter outra finalidade -a reportagem teve acesso a prints de um programa que se passava por um jogo infantil, por exemplo.

    Procurado, o Ministério da Fazenda disse que a Apple não tem obrigação de disponibilizar aplicativos, ainda que regularizados.

    “As empresas provedoras de conexão à internet e de aplicações devem proceder ao bloqueio de sites e à exclusão de aplicativos que ofertem apostas em desacordo com a legislação”, afirmou a pasta.

    “A legislação também prevê a responsabilização de agentes que contribuam para a oferta irregular”, completou.

    A Apple foi procurada, por meio de sua assessoria de imprensa, desde segunda-feira (23), mas não respondeu até a publicação deste texto.

    A reportagem conseguiu, também na segunda, baixar e apostar usando um iPhone.

    A reportagem usou o aplicativo MegaArena – Sports Events, que se apresenta como um programa para acompanhamento jogos em tempo real, na categoria “esportes”.

    O usuário, porém, tem acesso à interface da 1 Win, bet gerenciada por uma offshore (a MFI Investments), com sede no Chipre, ilha de pouco mais de um milhão de habitantes no mar Mediterrâneo e que se tornou um paraíso fiscal para o setor de apostas online e cassinos.

    Dentro da plataforma são oferecidas apostas esportivas, cassino com versões virtuais de roleta e caça-níquel, e jogos consagrados, como o do tigrinho.

    Para poder jogar em qualquer um deles, a reportagem precisou criar uma conta -na qual não foi necessário comprovar ser maior de idade- e realizar um depósito mínimo, via pix, de R$ 20. A plataforma também aceita criptomoedas.
    Após a reportagem questionar a Apple sobre a disponibilidade do aplicativo, ele foi removido da AppStore e parou de funcionar no celular.

    Em um site registrado no Brasil, a 1 Win alega ter uma sede próxima à praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Não há, porém, indicação de número telefone ou email, e a reportagem não conseguiu contato com a empresa.

    As bets começaram a atuar no Brasil em 2018, mas numa zona cinzenta da lei, criada após o governo de Michel Temer (MDB) ter liberado as apostas esportivas e a gestão de Jair Bolsonaro (PL) não finalizar a regulamentação.

    Em 2023, uma nova lei foi aprovada no Congresso Nacional, com apoio do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criando regras e tributação para essas empresas. Também liberou cassino e jogos online, o que inclui o tigrinho.

    Desde 2025, apenas as empresas registradas no Ministério da Fazenda podem ofertar o serviço no Brasil. Para isso, elas precisam pagar uma outorga de R$ 30 milhões, impostos e seguir regras de combate ao vício, de transparência e de cuidado com a saúde mental e financeira dos usuários.

    Prints e vídeos obtidos pela reportagem mostram outros aplicativos ilegais oferecidos na loja da Apple, mesmo depois da regulamentação -eles foram derrubados após a empresa ser alertada da fraude.

    Um deles era voltado para o público infantil -a lei proíbe que menores de 18 anos façam apostas e também veda publicidade e propaganda de bets que tenham esse público como alvo.

    Na loja da Apple, o aplicativo dizia servir para crianças desenvolverem sua coordenação motora, atenção e velocidade de reação, de uma forma lúdica.

    A tática para driblar as regras parece ser registrar um aplicativo afirmando ser sobre alguma coisa e, depois de aprovado pelos controles da Apple Store, alterar o seu funcionamento, redirecionando para sites de aposta.

    Foi o que aconteceu com um software que dizia ajudar o usuário a cuidar de suas plantas por meio de inteligência artificial, ou com o aplicativo que se apresentava como conversor de medidas útil a astrônomos.

    Outro trazia, em sua descrição, um texto que refletia sobre a importância do sobretudo para o vestuário -sem dar pistas diretas sobre qual a utilidade do aplicativo.

    Todos esses redirecionavam o usuário para bets.
    Apesar de proibir a oferta de bets no Brasil, a Apple libera em outros países, o que também é usado para driblar o controle.

    Um vídeo nas redes sociais ensina o usuário a alterar o país registrado em sua AppleStore, alegando viver em uma nação na qual a empresa permite a oferta de bets. A partir daí, é possível baixar o aplicativo.

    “Os operadores regulados buscam diálogo com a Apple há algum tempo, mas sem avanços. A Apple tem mantido a decisão de não disponibilizar aplicativos de apostas no Brasil e afirmou, em uma última conversa, que a posição não seria revista sem uma atuação mais direta do regulador ou do poder público”, diz Heloísa Diniz, diretora de regulatório da ABFS (Associação Brasileira de Bets e Fantasy Sport).

    As empresas chegaram a ter problema também com a Google, mas depois de negociações a empresa passou a permitir esses aplicativos para o sistema Android.

    “Acreditamos que todas as plataformas de aplicativos, como a App Store, devem seguir esse exemplo [do Google], pois se trata de um avanço estratégico garantir um ecossistema de apostas mais seguro e responsável no Brasil e pavimenta o caminho para um mercado mais transparente e seguro para todos”, disse o IBJR (Instituto Brasileiro do Jogo Responsável).

    Apple proíbe bets, mas ilegais driblam controle e oferecem de tigrinho a apostas em apps para crianças

  • Missão Artemis II entra na órbita da Lua e se aproxima de feito histórico

    Missão Artemis II entra na órbita da Lua e se aproxima de feito histórico

    Astronautas devem bater recorde de distância da Terra, sobrevoar o lado oculto da Lua e presenciar um eclipse solar inédito. Missão marca avanço decisivo no plano da NASA para levar humanos de volta ao satélite.

    A cápsula Orion, com os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, entrou na manhã desta segunda-feira, 6, no campo gravitacional da Lua. Mais de 50 anos depois, uma nova missão tripulada da NASA volta ao entorno do satélite natural da Terra, marcando uma das etapas mais importantes da missão Artemis II.

    Entre os principais objetivos da missão está o sobrevoo do lado oculto da Lua, um momento histórico que colocará os astronautas a uma distância recorde da Terra, superando o marco anterior estabelecido pela missão Apollo 13, em 1970, quando a tripulação chegou a 400.171 quilômetros do planeta.

    No caso da Artemis II, a expectativa é alcançar 406.773 quilômetros de distância, segundo informações da agência Reuters. Esse momento deve ocorrer ainda nesta segunda-feira e será transmitido ao vivo, tanto pelo YouTube quanto pela Netflix, para assinantes da plataforma.

    Além do recorde, os astronautas também terão a oportunidade de observar um eclipse solar a partir do espaço. A Lua irá bloquear completamente o Sol do ponto de vista da cápsula Orion, criando um fenômeno que não pode ser visto da Terra.

    A NASA explicou que, durante o eclipse, “o Sol ficará oculto à vista ao passar por detrás da Lua”, a partir da perspectiva da nave. Com a Lua praticamente escura, a tripulação poderá observar “flashes de luz provocados por meteoróides que impactam a superfície lunar”, além de partículas de poeira e objetos do espaço profundo, incluindo planetas.

    Enquanto o Sol se posiciona atrás da Lua, os astronautas também poderão visualizar a coroa solar, que corresponde à camada mais externa da atmosfera do Sol.

    Kelsey Young, diretora do Departamento de Ciência e Exploração da NASA para a missão Artemis II, descreveu a experiência como “um momento poético”, tanto para a tripulação quanto para a humanidade.

    Durante o quarto dia de viagem, a missão já atingiu dois terços do percurso até a Lua. Nesse período, os astronautas registraram uma imagem considerada histórica do satélite, na qual é possível observar toda a Bacia Orientale.

    Após alcançar a distância máxima planejada, a tripulação iniciará o retorno à Terra, que deve durar cerca de quatro dias. A previsão é de que a cápsula Orion realize a reentrada controlada na atmosfera no dia 10 de abril e pouse no oceano Pacífico, onde será resgatada pelas equipes da NASA.

    A missão Artemis II faz parte de um plano mais amplo da agência espacial norte-americana para retomar a presença humana na Lua. O objetivo é avançar com novos testes e tecnologias para viabilizar uma futura missão de pouso, prevista para ocorrer até 2028, com a Artemis IV.
     
     

    Missão Artemis II entra na órbita da Lua e se aproxima de feito histórico

  • Astronautas usam celular no espaço e registram imagens inéditas

    Astronautas usam celular no espaço e registram imagens inéditas

    Missão Artemis II autoriza uso de smartphones e permite fotos feitas dentro da cápsula Orion. Tripulação também deve presenciar eclipse solar ao sobrevoar o lado oculto da Lua, em um dos momentos mais raros e históricos da viagem

    A missão Artemis II marca um novo capítulo na exploração espacial ao permitir, pela primeira vez em uma missão desse tipo, que astronautas levem celulares para o espaço. A autorização da NASA possibilitou que os tripulantes da cápsula Orion registrassem imagens diretamente do interior da nave.

    Algumas das fotos foram feitas pelos astronautas Christina Koch e Reid Wiseman com um iPhone 17 Pro Max, utilizando a câmera frontal do aparelho. A expectativa é de que esse tipo de registro se torne mais comum ao longo da missão, ampliando a forma como o público acompanha o dia a dia dos astronautas no espaço.

    A agência espacial norte-americana aposta no uso desses dispositivos para aproximar ainda mais as missões do público, permitindo registros mais espontâneos e acessíveis.

    Nesta segunda-feira, 6 de abril, a tripulação deve alcançar um dos momentos mais marcantes da missão ao sobrevoar o lado oculto da Lua. A etapa representa um marco histórico, já que os astronautas atingirão a maior distância da Terra já percorrida por seres humanos em décadas.

    A NASA explicou que, durante o eclipse, “o Sol ficará oculto à vista ao passar por detrás da Lua”, a partir da perspectiva da cápsula Orion, criando um fenômeno que não pode ser observado da Terra.

    Segundo a agência, nesse momento os astronautas poderão observar a Lua praticamente escura, o que abre a possibilidade de identificar “flashes de luz provocados por meteoróides que impactam a superfície lunar”, além de partículas de poeira e objetos do espaço profundo, incluindo planetas.

    Enquanto o Sol passa por trás da Lua, os tripulantes também poderão observar a coroa solar, a camada mais externa da atmosfera da estrela.
     

     

    Astronautas usam celular no espaço e registram imagens inéditas

  • Como é a comida no espaço? A tripulação da Artemis II explica; veja

    Como é a comida no espaço? A tripulação da Artemis II explica; veja

    Tripulação da Artemis II mostrou detalhes das refeições dentro da cápsula Orion, que incluem alimentos desidratados e industrializados. Cardápio é planejado para garantir nutrição, segurança e praticidade durante os dias de viagem no espaço

    A missão da tripulação da Artemis II entrou no quarto dia de viagem e já percorreu cerca de dois terços do trajeto até a Lua. Ainda faltam seis dias para a chegada ao destino, e uma das curiosidades mais frequentes diz respeito à alimentação dos astronautas dentro da cápsula Orion.

    Em um vídeo divulgado na rede social X, astronautas da NASA mostraram como funcionam as refeições durante a missão. Jeremy Hansen e Christina Koch apresentaram alguns dos alimentos levados a bordo e explicaram como a comida é preparada no espaço.

    “Eu só estou comendo comida espacial há alguns dias, mas a Christina já passou quase um ano no espaço e já experimentou bastante esse tipo de alimentação. Temos alguns itens aqui para mostrar. Quer me ajudar, Christina?”, disse Hansen.

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    Veja o vídeo acima.

    Menu© NASA

    Christina Koch, que acumulou 328 dias em órbita antes da missão atual, explicou que toda a alimentação é armazenada em embalagens específicas. “Este é o jantar do Jeremy. No espaço, tudo é consumido dentro de algum tipo de embalagem, como sacos plásticos ou metálicos, porque grande parte dos alimentos precisa ser reidratada. Aqui temos um coquetel de camarão”, afirmou.

    Ela detalhou que muitos alimentos chegam desidratados e precisam de água para serem consumidos. “Esse aqui já foi reidratado. Adicionamos água, o camarão absorve e fica muito saboroso. Já este outro ainda está desidratado, são vagens”, explicou.

    Como não há cozinha nem geladeira dentro da cápsula Orion, os astronautas consomem alimentos industrializados, como refeições desidratadas, itens processados termicamente e opções prontas para consumo. A preparação é feita com a adição de água ou por meio de aquecimento em equipamentos compactos.

    O cardápio é definido antes do início da missão e conta com a participação dos próprios astronautas, garantindo variedade e equilíbrio nutricional. “Também precisamos comer vegetais, mesmo no espaço. Mas não se preocupe, também temos mac and cheese”, brincou Koch.

    Entre os itens disponíveis estão café, chá verde, limonada, granola, brócolis e quiche de vegetais. Segundo a NASA, toda a comida levada a bordo é planejada para garantir a saúde e o desempenho da tripulação, já que não há possibilidade de reabastecimento ou refrigeração durante a viagem. Por isso, os alimentos precisam ter longa validade, ser seguros e fáceis de preparar.

    Os astronautas seguem horários fixos para as refeições, com três momentos ao longo do dia: café da manhã, almoço e jantar. Cada integrante da missão também tem direito a uma bebida aromatizada diariamente, que pode incluir café.

    A missão segue sem intercorrências até o momento. A cápsula Orion deixou a órbita terrestre no dia 2 de março e iniciou a trajetória rumo à Lua, marcando a primeira missão tripulada a se aproximar do satélite natural em mais de 50 anos.

    No dia seguinte, a nave já estava a cerca de 160 mil quilômetros da Terra, tornando os quatro tripulantes da Artemis II os primeiros humanos a deixarem a órbita terrestre desde a missão Apollo 17, em 1972.

    A equipe é formada pelo comandante Reid Wiseman e pelos astronautas Victor Glover, Jeremy Hansen e Christina Koch. De acordo com a NASA, todos estão bem e com o moral elevado.

    A missão também é considerada histórica por reunir, pela primeira vez, uma mulher, um homem negro e um astronauta canadense em uma viagem tripulada à Lua.

    Ao se aproximarem do satélite, os astronautas irão orbitar a Lua e sobrevoar o lado oculto, com a expectativa de estabelecer um novo recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço.

    A trajetória escolhida é conhecida como “retorno livre”, um caminho que permite que a nave seja atraída pela gravidade lunar e, em seguida, retorne naturalmente à Terra.

    A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e inclui a reentrada na atmosfera, considerada uma das etapas mais críticas da missão. Após isso, a cápsula Orion deverá pousar no oceano Pacífico, próximo à costa da Califórnia.

    Como é a comida no espaço? A tripulação da Artemis II explica; veja

  • Banheiro da Artemis II dá problema novamente e tripulação precisa usar sacos de coleta de urina

    Banheiro da Artemis II dá problema novamente e tripulação precisa usar sacos de coleta de urina

    A equipe composta por três americanos e um canadense deve chegar ao destino nesta segunda-feira, 6. Eles vão fotografar o misterioso lado oculto da Lua enquanto voam em torno dela. É a primeira tripulação com destino à Lua em mais de 53 anos, retomando de onde o programa Apollo da Nasa parou.

    Já tendo percorrido mais da metade do caminho até a Lua, os astronautas da Artemis II se preparam para entrar na órbita lunar, trajeto que os levará mais longe no espaço do que até mesmo os astronautas da Apollo 13. Por outro lado, o banheiro da nave está com problemas novamente.

    A equipe composta por três americanos e um canadense deve chegar ao destino nesta segunda-feira, 6. Eles vão fotografar o misterioso lado oculto da Lua enquanto voam em torno dela. É a primeira tripulação com destino à Lua em mais de 53 anos, retomando de onde o programa Apollo da Nasa parou.

    \”A Terra está bem pequena, e a Lua está definitivamente ficando maior\”, relatou o piloto Victor Glover. Até que o banheiro da cápsula Orion seja consertado, o Controle da Missão instruiu os astronautas a usarem sacos de coleta de urina de reserva. O chamado banheiro lunar apresentou defeito após a decolagem na quarta-feira e tem funcionado de forma irregular desde então. Uma versão do banheiro da Artemis II foi testada na Estação Espacial Internacional há vários anos.

    Os engenheiros suspeitam que gelo possa estar bloqueando o cano do banheiro, impedindo que a urina seja totalmente descarregada para o espaço. O banheiro ainda está funcionando para o número 2.

    Debbie Korth, vice-gerente do programa Orion da Nasa, disse que os astronautas também relataram um odor vindo do banheiro, que fica embutido no piso da cápsula e tem uma porta e uma cortina para garantir a privacidade.

    John Honeycutt, presidente da equipe de gerenciamento da missão, disse que é da natureza humana se interessar pelo vaso sanitário espacial e, embora ele esteja \”em bom estado no momento\”, ele gostaria que estivesse funcionando a 100%.

    \”Eles estão bem\”, disse ele sobre os astronautas. \”Eles foram treinados para lidar com a situação.\”

    Missão vai quebrar recorde de distância para seres humanos

    A Artemis II está prestes a estabelecer um recorde de distância para os seres humanos, viajando mais de 400 mil quilômetros da Terra antes de fazer uma curva em U atrás da Lua e voltar para casa sem parar ou entrar na órbita lunar. O recorde é atualmente detido pela Apollo 13.

    A Agência Espacial Canadense comemorou o papel do país na missão, falando de Quebec com o astronauta Jeremy Hansen enquanto ele se dirigia para seu encontro lunar. Hansen é o primeiro cidadão não americano a voar para a Lua.

    \”Hoje ele está fazendo história para o Canadá\”, disse a presidente da Agência Espacial Canadense, Lisa Campbell. \”Enquanto o observamos dar esse passo ousado rumo ao desconhecido, que sua jornada nos lembre que o futuro do Canadá é escrito por aqueles que ousam buscar mais.\”

    Hansen, Glover, Reid Wiseman e Christina Koch são os primeiros astronautas lunares do mundo desde a tripulação de três da Apollo 17 em 1972. Koch e Glover são a primeira mulher e o primeiro astronauta negro a ir à Lua, respectivamente.

    A missão de quase 10 dias – que terminará com um pouso no Pacífico em 10 de abril – é o primeiro passo nos planos ambiciosos da Nasa de uma base lunar sustentável. A agência espacial tem como meta a alunissagem de dois astronautas perto do polo sul lunar em 2028.

    Banheiro da Artemis II dá problema novamente e tripulação precisa usar sacos de coleta de urina