Mulher com manchas nas costas vira modelo e faz sucesso na web

Alejandra Savoia, espanhola, recebeu convite para mostrar suas manchas nas costas (Foto: Reprodução/ Instagram/ @alejandrasavoia) Camisetas de mangas compridas e vestidos longos eram as peças do dia a dia de Alejandra Savoia , 24 anos, para esconder as enormes manchas de nascença  que tem espalhadas pelo corpo, inclusive no rosto.

Alejandra Savoia, espanhola, recebeu convite para mostrar suas manchas nas costas (Foto: Reprodução/ Instagram/ @alejandrasavoia)Alejandra Savoia, espanhola, recebeu convite para mostrar suas manchas nas costas (Foto: Reprodução/ Instagram/ @alejandrasavoia)

Camisetas de mangas compridas e vestidos longos eram as peças do dia a dia de Alejandra Savoia, 24 anos, para esconder as enormes manchas de nascença que tem espalhadas pelo corpo, inclusive no rosto.


Em entrevista ao site Self, a espanhola contou que, por mais que tivesse apoio de seus pais, sofria bullying na adolescência e olhares maldosos de quem passava por ela.


Alejandra resolveu parar de se esconder quando o namorado postou uma foto em seu respectivo Facebook, que foi visualizada por um fotógrafo local que ficou encantado com sua beleza, ano passado. Como em uma história de cinema, convidou Alejandra para ser sua modelo com apenas uma condição: que não escondesse as pintas das costas, o que foi prontamente atendido.

Alejandra Savoia é espanhola e virou modelo devido as suas pintas nas costas (Foto: Reprodução/ Instagram/ @alejandrasavoia)(Foto: Reprodução/ Instagram/ @alejandrasavoia)

“No começo, senti que não deveria ter feito isso porque é uma coisa pessoal. Mas me senti melhor porque era uma coisa que estava escondendo toda a minha vida e, com um simples upload de uma foto, me senti muito livre e natural”, explicou Alejandra em entrevista para a publicação assim que o fotógrafo divulgou as imagens em seu Instagram.


 


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Modelo nos anos 90, Fabiana Saba conta da fase em que passou do manequim 34 para o 44

(Foto: Deco Cury) Comecei a trabalhar como modelo com 13 anos. Aos 15, já morava em Nova York e viajava o mundo fotografando. Sempre fui muito magra, cheguei a sofrer bullying por isso na escola.

Fabiana Saba (Foto: Deco Cury)(Foto: Deco Cury)

Comecei a trabalhar como modelo com 13 anos. Aos 15, já morava em Nova York e viajava o mundo fotografando. Sempre fui muito magra, cheguei a sofrer bullying por isso na escola. Tenho 1,76 m de altura e, nessa época, pesava 48 kg. Comia muito e não engordava. Malhar? Nem pensar.


Mas quando completei 21 anos comecei a engordar e resolvi fazer uma lipoescultura. Pouco tempo depois, conheci o Ralph, meu marido, que é nova-iorquino, e passamos a namorar a distância.


Nessa época, eu estava bem profissionalmente, trabalhando como apresentadora do Interligado Games e do Superpop, na Rede TV. Com o tempo, fama e dinheiro começaram a perder valor, porque sentia muita falta dele. Em 2002, o amor falou mais alto: larguei tudo para viver com ele em Nova York. Deu certo! Estamos juntos há 15 anos e casados há 12.


Meu marido é judeu, sou kardecista, minhas filhas frequentam uma escola quaker (grupo religioso surgido na Inglaterra no século 17, mas hoje mais concentrado nos Estados Unidos), a gente medita.


Converti-me ao judaísmo para casar e participamos de todos os feriados. Não somos quaker, mas escolhemos essa escola porque eles se preocupam em criar seres humanos íntegros e conscientes. As filhas do Obama estudavam num colégio similar em Washington. O que eu mais quero é criar um mundo bom para os meus filhos e criar bons filhos para o mundo.

Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)Com Gisele Bündchen em um editorial da Vogue em 1995 (Foto: Arquivo Vogue)

Falando em filhos, foi quando engravidei que engordei de vez. Foram 30 quilos na gravidez de Victoria, que hoje tem 9 anos, e 25 na de Rebecca, de 6. E eu não sabia emagrecer porque nunca tinha precisado fazer dieta.


Depois que as minhas filhas nasceram, já emagreci e engordei de novo muitas vezes, mas nunca cheguei perto de voltar a ter as medidas da época de modelo e apresentadora. Em termos de saúde, quando eu era magra comia muito mais besteiras, muito açúcar, não tinha massa muscular. Acho que peso mais de 70 kg agora, mas nunca mais subi numa balança. Números para mim não existem! Só sei que usava 34 e agora, 44. E é o que é.


Mas nem sempre foi assim. Só a partir do ano passado comecei a aceitar meu corpo e ver beleza fora do que é considerado padrão. Teve uma época em que não me sentia mais bonita para trabalhar, parecia que estava invisível. Muita gente vinha me perguntar: “Nossa, você está com o rosto lindo, por que deixou isso acontecer com o seu corpo?”. Ficava mal e comia mais.


Comecei a perceber que, se estivesse num resort, por exemplo, e encontrasse algum conhecido, não entrava na piscina com a minha filha por vergonha de mostrar meu corpo. Achava que meu marido me dava indiretas porque eu tinha engordado e ficava superbrava.


Quando me aceitei, percebi que era coisa da minha cabeça. Ficava mal-humorada, porque pensava que ele estava me olhando diferente. Às vezes não queria sair com o Ralph, não me sentia bem em nenhuma roupa e na minha cabeça ele concordava com isso.


Na verdade, meu marido só reclamou comigo porque estava preocupado com a minha saúde, já que tive pré-diabetes. Ele, por sua vez, se alimenta bem, corre todo dia. Está melhor agora do que há 20 anos quando nos conhecemos. É um tapa na cara!


No ano passado, comecei a postar fotos e textos mais reais no meu Instagram sobre meu cotidiano, minhas angústias, meus defeitos, e senti uma resposta muito positiva das mulheres que me seguiam. Isso ajudou a dar força para recuperar minha autoestima.


Acho que hoje as pessoas cansaram da perfeição, de um mundo que você não consegue alcançar porque, na verdade, ele não existe. Nessa mesma época, minha filha mais nova passou a estudar em período integral. E, pela primeira vez, senti vontade de voltar a trabalhar depois de todos esses anos sendo mãe 24 horas.


Foi quando uma amiga que trabalha nos EUA como modelo curvy (uma categoria abaixo do plus size) me convidou para ir até a agência dela. Na mesma hora eles me contrataram e, aos poucos, estou voltando a trabalhar.


Quando trabalhava como modelo no Brasil, não precisava mais fazer casting. E agora estou aqui, no começo, com meninas de 16 anos. E vou fazer 40 este ano. É difícil começar de novo. Meu marido tem me apoiado muito. Nunca me arrependi de ter largado tudo. Fiz isso não porque ele não queria que eu trabalhasse, e sim porque estávamos em países separados.


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Com o Instagram e os primeiros trabalhos, senti uma resposta do Brasil que eu não esperava. Pelo contrário, achei que sofreria muitas críticas, estava preparada para elas, mas fui recebida de braços abertos. O que prova o quanto as pessoas estão preparadas para a diversidade de corpos.


Este novo momento me levou a criar, em março passado, junto com a minha amiga e modelo curvy Natalia Novaes e a também modelo Luma Grothe, o Todas Juntas, programa de empoderamento feminino no YouTube, feito parte no Brasil, parte nos EUA.


Feminismo é ter liberdade de escolha, e é isso que tentamos mostrar. A mulher que quer ser só mãe não tem que julgar a que não quer ter filhos, e assim por diante. Depois de nove anos, usei biquíni – e postei –- pela primeira vez no verão passado. Fiz as pazes com o espelho. Amo comer. Sou feliz comendo e tudo bem.


Não tenho vontade de emagrecer, só tenho vontade de ficar durinha. Não quero ter celulite, ficar flácida. Até estou me animando mais para malhar. Esse mundo de modelos plus tem mulheres maravilhosas. Se você tem que se matar para ter um peso, isso não é saudável.



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Veterana, Lea T. manda recado para Valentina Sampaio no SPFW: “Seja forte”

Lea T. no lounge de Marie Claire e Quem no SPFW (Foto: Marcos Rosa) Nesta quinta-feira (16), Valentina Sampaio desfilou pela primeira vez de biquíni na passarela pela Amir Slama durante o São Paulo Fashion Week após brilhar como um dos grandes destaques da moda internacional nesta última temporada. Embora esteja ainda no início de carreira, já recebeu o apoio de grandes nomes da indústria, como Lea T

Lea T. no lounge de Marie Claire e Quem no SPFW (Foto: Marcos Rosa)Lea T. no lounge de Marie Claire e Quem no SPFW (Foto: Marcos Rosa)

Nesta quinta-feira (16), Valentina Sampaio desfilou pela primeira vez de biquíni na passarela pela Amir Slama durante o São Paulo Fashion Week após brilhar como um dos grandes destaques da moda internacional nesta última temporada. Embora esteja ainda no início de carreira, já recebeu o apoio de grandes nomes da indústria, como Lea T.


“Seja forte”, disparou a top  no SPFW. “Tenha consciência de que estamos encarando uma causa. Podemos divulgar mais do que uma capa ou desfile. A questão mais importante é mostrar que podemos estar em um ambiente de trabalho” .


Lea foi uma das primeiras modelos transgênero a conquistar um espaço de destaque na moda, tornando-se uma grande referência para outras que sonham em serem respeitadas e reconhecidas no local de trabalho. O peso de sua história, no entanto, ainda a constrange.


“Não gosto de levar essa responsabilidade. Mas, sim, fui uma das primeiras modelos transgênero a abrir minha história, sem ter vergonha de ser quem sou. Temos que ter orgulho”, disse.


Em uma entrevista emocionante dada para a edição de março da revista Marie Claire, Lea revelou como conquistou seu espaço na indústria e abriu o coração sobre as mudanças físico e emocionais que passou ao se submeter a cirurgia de redesignação sexual. Hoje, ela comentou toda a repercussão que provocou.


“Não tinha noção da repercussão. Já vivi isso, mas a gente esquece. Para mim foi como reviver a época em que trabalhava muito e as pessoas me paravam para conversar. Essa capa foi uma volta para mim. As pessoas foram supercarinhosas”, afirmou a tímida filha do ex-jogador Toninho Cerezo. “Tem um peso estar na capa da revista e fico meio sem jeito”.


Desde quando ganhou notoriedade ao ser escolhida por Ricardo Tisci para a Givanchy, Lea reconheceu, por fim, que as mudanças para pessoas transgênero estão chegando, mesmo que devagar. “As meninas agora estão tendo o direito de poder ser o que são. Agora podem expressar o orgulho de serem mulheres trans, ou negras”.


Lea T. na capa da edição de março da Marie Claire (Foto: Gustavo Zylbersztajn)Lea T. na capa da edição de março da revista Marie Claire Brasil (Foto: Gustavo Zylbersztajn)


 


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