O cabelo do futuro: os highlights do Hair Summit da L’Oréal Paris

Cabelo do futuro (Foto: Renam Christofoletti) Você sabia que em um futuro próximo fios de cabelo poderão ser impressos? E que existe um software que transforma o nível de danos do seu cabelo em música? Ou ainda que, em 2050, a estimativa é que existam apenas 0,5% de loiros naturais no mundo

Cabelo do futuro (Foto: Renam Christofoletti / Arquivo Vogue)Cabelo do futuro (Foto: Renam Christofoletti)

Você sabia que em um futuro próximo fios de cabelo poderão ser impressos? E que existe um software que transforma o nível de danos do seu cabelo em música? Ou ainda que, em 2050, a estimativa é que existam apenas 0,5% de loiros naturais no mundo? Essas – e muitas outras – questões e curiosidades que transcendem o cabelo e a beleza foram alguns dos destaques do Hair Summit promovido pela L’Oréal Paris na capital francesa na última terça-feira (03.04).

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)A entrada do Hair Summit 2018, que aconteceu no centro de pesquisa do grupo em Saint-Ouen (Foto: Divulgação)

A gigante de cosméticos abriu as portas do seu centro de pesquisa em Saint-Ouen a alguns jornalistas e promoveu uma verdadeira imersão capilar guiada pelas perguntas mais frequentes sobre o tema procuradas no Google. “Quantos centímetros meu cabelo cresce por dia?”; “Como acelerar o crescimento dos cabelos?”; “Por que meus cabelos quebram?” são algumas das top pesquisas no motor de buscas que inspiraram novos produtos do portfolio capilar do grupo, apresentadas em primeira mão na ocasião. Abaixo, confira alguns destaques da imersão – e de quebra, saiba o que deve vir por aí em breve.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)A marca Botanicals, de produtos orgânicos, que deve chegar ao Brasil (Foto: Divulgação)

4D bioprinting: imprimir fios de cabelo será possível!


Imprimir um folículo piloso, o pequeno órgão responsável pela produção do cabelo, através de uma bio-impressora. Esse é o desafio da L’oréal, que estabeleceu uma parceria com a start-up de biotecnologia francesa Poetis. O objetivo é, no futuro, ampliar o campo de conhecimento do cabelo e a realização de testes de eficácia exclusivos em amostras de cabelos “impressos” a partir de células.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)No laboratório de testes, as mechas de diferentes tipos de cabelos para analisar a eficiência dos produtos (Foto: Divulgação)

Realidade virtual: o fim dos cabelos brancos?


Ainda no domínio da tecnologia aplicada à ciência, o grupo desenvolveu uma experiência em realidade virtual que permite uma viagem ao interior dos fios para conhecer suas partes (córtex, cutícula), observar o seu crescimento e entender o funcionamento. Além de divertida e informativa, a experiência permite também uma observação global do sistema capilar e estimula outros estudos, como por exemplo, a diminuição da transferência de melanina para os fios, consequência de um processo oxidativo, que acarreta no nascimento de cabelos brancos. Segundo a equipe de pesquisas, estudos para reverter o processo oxidativo das células que guardam a melanina já estão em curso… O fim dos cabelos brancos? Aguardemos.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)O software Soniphyhair que transforma os danos capilares em música – quanto mais saudáveis, mais agradável é a melodia (Foto: Divulgação)

O seu cabelo tem uma música


Quão danificados são os seus fios? É possível medir graças a um software (batizado de Soniphyhair) que transforma os danos capilares em música – quanto mais saudáveis, mais agradável é a melodia. A partir de um aparelho que parece uma chapinha, os detectores leem os fios e transmitem a mensagem através de um gráfico e de sons. A excelente ideia rendeu ao grupo e ao seu inventor, Damien Velleman, o prêmio de pesquisa do Congresso Federação Internacional da Sociedade de Químicos Cosméticos (IFSCC) em 2016.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)O laboratório de formulação e as três fases do cuidado com o cabelo: antes, durante e depois do banho (Foto: Divulgação)

Brasil em pauta


As brasileiras são conhecidas pela beleza, sensualidade, carisma, cuidado com o corpo e, claro, obsessão pelo cabelo. E, consequência disso, por serem uma das mulheres que mais utilizam tratamentos, químicas e recorrem a agressores físicos (secador, chapinha). Foi inspirado em nós que a Elseve lança a linha Total Repair 5, com uma tecnologia que restaura a cutícula capilar danificada – o leave-in Coca Repair promete reverter o equivalente a um ano de danos em apenas uma aplicação! Já o Cicatri Renov, outro produto sem enxágue, foi desenvolvido pelos laboratórios brasileiros e age como protetor térmico.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)Qual a idade do seu cabelo? Através de um sistema de medidas, o painel indicava quantos anos e meses os fios têm (Foto: Divulgação)

Skincarization


Prepare-se para incrementar a rotina de cuidados capilares através de diferentes produtos. A exemplo do skincare, que ganhou recentemente novos produtos, texturas e veículos, deixando nossa rotina bem mais completa, a gama dedicada aos cabelos também deve crescer consideravelmente. Scrub e pré-shampoo à base de óleos vegetais, como o óleo de coco, devem ganhar espaço antes da lavagem, e outros produtos dedicados ao tratamento (sobretudo máscaras) e proteção incrementam o pós-banho, preparando os fios para os produtos para styling.

Hair Summit 2018 (Foto: Divulgação)A linha de óleos capilares, um dos veículos mais indicados para os cabelos muito ressecados (Foto: Divulgação)

Um futuro sem cabeleireiros


Segundo as projeções apresentadas, em 2050, 80% da população virá do continente asiático e africano, o que acarretará em novas miscigenações, um escurecimento geral da pele e a redução vertiginosa da população naturalmente loira, que deverá corresponder a 0,5 %. Nesse mundo essencialmente urbano (com 3/4 da população vivendo nas cidades), mais poluído e com escassez de água, novas necessidades cosméticas surgirão, e alguns paradigmas serão quebrados, por exemplo: daqui a 32 anos será possível criar diferentes penteados durante o dia através de um chip aplicado nos fios que poderá ser programado no toque do telefone – seria esse o fim dos cabeleireiros?


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Startup compra sangue de adolescentes e revende a idosos ricos interessados em “viver mais”

Cenas da série Silicon Valley, da HBO (Foto: Reprodução) O rejuvenescimento está cada vez mais virando assunto de privilegiado. Prova disso está no esforço cientificamente questionável que alguns idosos ricos estão fazendo para “viver mais”

Cenas da série Silicon Valley, da HBO (Foto: Reprodução)Cenas da série Silicon Valley, da HBO (Foto: Reprodução)

O rejuvenescimento está cada vez mais virando assunto de privilegiado. Prova disso está no esforço cientificamente questionável que alguns idosos ricos estão fazendo para “viver mais”. Isso mesmo, envelhecer parece não fazer parte do vocabulário de uma elite específica, a da tecnologia. Na prática, essa ideia tem significado drenar sangue de jovens e vendê-los a pessoas maduras que querem lutar contra o tempo de qualquer maneira.


Quem assumiu esse papel recentemente foi a startup norte-americana Ambrosia LLC, que tem comercializado bolsas de sangue.  A revelação foi feita durante a Code Conference de 2017. “A ciência voltada ao prolongamento da vida é a nova moda do Vale do Silício”, declarou o tecno-libertário Peter Tiel. “Estamos começando a ver startups, como a Ambrosia de Jesse Karmazin, estudarem o sangue e suas partes constituintes, e oferecerem tratamentos que propõem reverter o envelhecimento por meio de serviços de transfusão.”


Segundo reportagem da CNBC, assim que expôs sua oferta, a empresa foi procurada por mais de 100 clientes interessados em receber transfusões de plasma, pelo valor de US$ 8 mil (R$ 25.900). O sangue é retirado de jovens com, no máximo, 25 anos. Já os clientes podem ter 35 anos ou mais, mas segundo Karmazin, a maioria até agora está próxima da idade da aposentadoria. O assunto está tão em evidência, que já foi abordado na série “Silicon Valley”, da HBO.


Desta forma, muitos idosos estão bancando um campo da ciência ainda pouco estudado, conhecido como parabiose. Testada principalmente em ratos, ela explora a possibilidade de um sangue jovem reverter sintomas de envelhecimento quando misturado ao de idosos.


O site Mashable tentou contato com Karmazin para questionar se ele tem recorrido à prática. Como resposta, o empresário disse apenas que sua empresa não promete nenhum resultado comprovado e está só estudando a possibilidade de reverter os sintomas associados ao envelhecimento.


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Saiba por que ser mulher custa mais caro

Todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares (Foto: Marcel Valvassori) Você sabia que uma calça jeans custa R$ 30 a mais para uma mulher do que para um homem? Que o modelo feminino de uma lâmina de barbear pode ser R$ 4 mais caro do que o masculino ? E que um corte de cabelo pode sair quase 1/3 acima do preço só porque a cliente é menina

Todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares (Foto: Marcel Valvassori)Todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares (Foto: Marcel Valvassori)

Você sabia que uma calça jeans custa R$ 30 a mais para uma mulher do que para um homem? Que o modelo feminino de uma lâmina de barbear pode ser R$ 4 mais caro do que o masculino? E que um corte de cabelo pode sair quase 1/3 acima do preço só porque a cliente é menina? A prática de cobrar preços mais altos para consumidoras incomoda feministas e estudiosos do mundo todo, que passaram a chamá-la de taxa rosa.


Raul e Teresa são irmãos gêmeos, têm 1 ano, mas desde o nascimento Raul tem chances de ser mais rico do que a irmã. Logo após o parto, os pais de Teresa começaram a pagar mais caro pelas roupinhas dela do que pelas dele. Uma camiseta de manga comprida para meninos saía por R$ 69 no e­-commerce da loja infantil Green em junho. As opções do mesmo produto para Teresa variavam de R$ 76 a R$ 89. O banho de Teresa também é mais salgado do que o do irmão. Um frasco de xampu com embalagem do filme Carros, com 300 ml, da marca Biotropic, na farmácia Netfarma, custava R$ 3,99 em uma promoção em agosto. Já o da Barbie, feito pelo mesmo fabricante, era vendido por R$ 9,40 na mesma ocasião. Se fossem adolescentes, a matemática não seria diferente. Raul pagaria R$ 379 por sua primeira calça Levi’s 501. Teresa desembolsaria R$ 30 reais a mais. Na vida adulta, tampouco a equação seria equilibrada. Se fossem cortar os cabelos juntos no Studio W, no Shopping Iguatemi, em São Paulo, Teresa desembolsaria R$ 308 e Raul, R$ 240.


Ao longo da vida, Teresa e todas as brasileiras pagam, em média, 10% a mais do que homens por produtos idênticos ou similares. Esses são os dados preliminares da primeira pesquisa que avalia preços e gênero do país, feita pelo professor de cultura e consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing Fabio Mariano Borges, de São Paulo, que será lançada no mês que vem. “A indústria e o varejo não sabem justificar”, afirma o pesquisador. “É um viés de mercado, um vício. Já trabalhei em muitas empresas e nunca ouvi ninguém dizendo que se deve cobrar mais por um produto só porque ele é voltado para o público feminino. É uma opressão, uma discriminação de gênero que se repete sem nos darmos conta. Por isso, é tão importante chamar atenção para a questão”, completa Borges.

É um vício de mercado, uma opressão, uma discriminação de gênero”Fabio Borges, professor da ESPM

Marie Claire vasculhou shopping centers, farmácias, lavanderias, cabeleireiros em São Paulo, além de lojas virtuais que atendem todo o país. Encontrou discrepâncias como as que estão no quadro no fim da matéria. “A taxa rosa, como é chamada essa cobrança abusiva de produtos para as mulheres, já é debatida há alguns anos no exterior, mas está sendo pensada há pouco tempo no Brasil. As marcas se aproveitam do desconhecimento das consumidoras para cobrar mais delas” afirma Nana Lima, da consultoria em mercado feminino Think Eva. “As consequências são terríveis porque as mulheres ganham menos e têm de pagar mais.” Dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que as brasileiras recebem, em média, 22% menos do que os brasileiros para desempenhar a mesma função. Se, hoje, Teresa e Raul fossem adultos, trabalhassem no mesmo lugar e com o mesmo cargo e ela recebesse R$ 12 mil, é bem provável que Raul ganhasse R$ 14.640. Se Teresa gastasse 5% da renda com produtos de consumo pessoal, como mandam os manuais de finanças pessoais, desembolsaria R$ 600 por mês. Se o irmão comprasse exatamente os mesmos itens que ela, gastaria R$ 545. Se todos os outros gastos de ambos fossem equivalentes, Raul ficaria R$ 31.740 mais rico do que ela a cada ano. Em 20 anos, compraria um apartamento de dois quartos em um bairro de alto padrão em São Paulo. Já Teresa…

As consequências são terríveis, as mulheres já ganham menos”Nana Lima, consultora da Think Eva

As primeiras a atacar a taxa rosa foram as americanas. Em 1998, a cidade de Nova York criou uma lei que proibia os estabelecimentos de cobrar preços diferentes para homens e mulheres pelo mesmo serviço. Os alvos eram cabeleireiros e lavanderias. A regra não incluía produtos. Há dois anos, o coletivo feminista francês Georgette Sand decidiu se debruçar sobre os preços nas gôndolas de Paris. Criou um tumblr, o womentax.tumblr.com, para postar flagrantes. Uma mochila feminina, por exemplo, custava 6 euros a mais do que a versão idêntica masculina. Além do site, fizeram barulho com petições online e hashtags. A campanha chamou atenção das autoridades, que trataram de investigar o comércio. O governo francês criou, então, um Conselho de Consumidores para debater a questão.

Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa (Foto: Marcel Valvassori)Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa (Foto: Marcel Valvassori)

Graças a esse combustível, outros países decidiram olhar para o tema. Em abril de 2015, o coletivo australiano Get Up lançou uma campanha convocando os consumidores a denunciar lojistas que cobram a taxa rosa. Ação parecida fez o Departamento de Relações de Consumo (Departament Consumer Affairs, o DCA) da prefeitura de Nova York. Compararam as versões femininas e masculinas de 800 produtos em cinco indústrias, 24 lojas, 91 marcas e 35 categorias. Analisaram brinquedos, acessórios e roupas de crianças e adultos, produtos de cuidados pessoais e para a casa. Constataram que, em média, os direcionados ao público feminino custam 7% mais que os masculinos. O próprio DCA incentivou as consumidoras a denunciar abusos nas redes sociais.


O QUE ESTÁ POR TRÁS DA COBRANÇA?
Para o professor Fabio Mariano Borges, da ESPM, há uma motivação histórica para a taxa. “A partir do século 18, as lojas e o ambiente de consumo se tornaram espaços predominantemente femininos porque as mulheres eram – e são até hoje – as responsáveis pelo abastecimento da casa. Pegava mal, por exemplo, para um homem ser frequentador assíduo de uma loja. Hoje, elas são o maior grupo entre os consumidores e o varejo se adaptou a isso. Uma hipótese é a de que os preços mais baixos sejam um atrativo para os homens irem às lojas”, afirma.


Procuradas as empresas Gillette, Levi’s, Green, Track & Field afirmam que os produtos para o público feminino destacados pela reportagem têm particularidades que os tornam mais caros. No caso das lâminas de bar­bear, por exemplo, a Gillette diz que: “Venus é diferente de uma lâmina masculina porque os aparelhos […] apresentam cabo ergonômico e cartucho oval flexível que se adapta ao corpo feminino”. A Green atribuiu a diferença às estampas aplicadas sobre as camisetas. “Na nossa loja, a menina não procura coisas simples”, diz Márcia Naas, coordenadora de produto da marca. A Levi’s afirma que os produtos femininos possuem materiais, lavagens, customizações e aplicações diferenciadas. “A pirâmide de preços estende-se comparada ao masculino, por causa [dos] produtos e do comportamento da consumidora mulher, que não considera o preço um fator tão determinante para a compra”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa. A Track and Field  segue no mesmo tom. “A diferença de preço depende de fatores que vão da negociação do tecido […] ao tempo de produção do produto […]. Se levar em consideração dois produtos com as mesmas especificações, o preço não varia.” A Biotropic, fabricante dos xampus infantis, disse que não tem preços diferentes por gênero, mas que os varejistas têm liberdade de não utilizar as tabelas recomendadas. O cabeleireiro Studio W diz que a diferença se dá pelo tempo de manutenção dos cortes. “O homem, normalmente, corta o cabelo a cada 20-30 dias e a mulher a cada 40-90 dias ou mais”, afirmou a empresa, também por meio da assessoria.


Agora, cabe a nós, brasileiras, fazer barulho para revolucionar o mercado nacional. Encontrou preços diferentes para os mesmos itens dirigidos a homens e mulheres? Poste os flagrantes que encontrar e marque #pelofimdataxarosa.

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Silicone nos seios é a cirurgia plástica mais procurada no inverno. Tire as suas dúvidas

Silicone nos seios: no Brasil, a demanda aumenta em 50% na estação mais fria do ano (Foto: Thinkstock) Sabia que o inverno significa aumento da procura por cirurgia plástica ?

Silicone nos seios: no Brasil, a demanda aumenta em 50% na estação mais fria do ano (Foto: Thinkstock)Silicone nos seios: no Brasil, a demanda aumenta em 50% na estação mais fria do ano (Foto: Thinkstock)

Sabia que o inverno significa aumento da procura por cirurgia plástica? A gente explica: o clima frio traz condições favoráveis pra recuperação pós-cirúrgica. Com isso, o número aumenta em 50% no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.


“No inverno, a recuperação é mais rápida, porque o paciente evita a exposição ao sol, sente menos desconforto e os pontos cicatrizam com mais facilidade”, reforça Sandro Lemos, cuirurgião da Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.


Além disso, a cirurgia plástica sempre causa edema (inchaço) – que pode ser acentuado em função do calor. Quando as temperaturas estão mais amenas, ele tende a ser menos intenso, completa Eduardo Lintz, docente do Instituto Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro.


No inverno, as cirurgias mais procuradas pelas mulheres são as de contorno corporal, como a colocação de implantes mamários (aka silicone). Aqui, tire todas as suas dúvidas sobre a plástica:


Qual a vida útil de um implante mamário?


O limite máximo é de 20 anos pra alguns fabricantes. “Os implantes atuais são produzidos com gel de silicone altamente coesivo e revestimento resistente, mas, apesar da longa vida útil que essas características lhes conferem, não são eternos”, completa.


Implantes de silicone aumentam o risco de doenças e/ou de câncer de mama?
Segundo o médico, não há risco maior. “Não há qualquer relação entre implantes mamários de silicone e aumento na frequência de qualquer patologia, quer seja ela na mama ou em outros órgãos. As mulheres com implantes, como todas as outras, apenas deverão manter avaliação médica periódica e realizar os exames de imagem que seu cirurgião julgar necessários pra monitorização.”


Implantes podem se romper, girar ou sair do lugar?
Sim, sorry! “Apesar da elevada qualidade dos implantes, ainda assim é possível que, por algum imprevisto (leia-se: não seguir as orientações pós-operatórias, trauma mecânico, infecção, má técnica cirúrgica, implante de baixa qualidade), haja ruptura ou deslocamento, mudança de posição do implante. Nestes casos, nova cirurgia estaria indicada”, diz.


Quanto tempo dura a fase pós-operatória?
Em resumo, após dois meses. “Correndo tudo bem com o processo de recuperação pós-operatória, as pacientes estão aptas à vida normal após esse tempo”, explica. O que isso significa? Atividades físicas sem restrições (só não exagera no impacto na região das mamas, ok?), dormir de bruços e voltar a curtir a praia (oba!), lembrando apenas de usar protetor solar nas cicatrizes até em torno de um ano ou pouco mais, quando de fato as cicatrizes estariam completamente maduras.


Plástica nas mamas atrapalha o aleitamento materno?
Implante mamário não proíbe amamentação, na maioria dos casos, mas isso depende na complexidade da cirurgia. “No caso da simples inclusão de implantes mamários de silicone (sem retirada de pele), os fatores a serem levados em consideração seriam, principalmente, a via de acesso (local onde é realizada a incisão da plástica) e volume do implante, que quando em exagero pode traumatizar o local”, explica Dr. Leandro Ventura, expert em cirurgia plástica pelo Instituto Ivo Pitanguy.


Já no caso da cirurgia de redução do silicone, além, da gordura retirada há também variado volume de glândula, que é o tecido produtor de leite. Dessa forma, poderia sim haver uma redução na capacidade de produção de leite, mas não é regra. “O tecido glandular mamário responde aos estímulos hormonais da gestação de forma bastante variável de mulher pra mulher”, finaliza. 


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